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	<title>Risco de Obesidade | Saúde e Bem-estar / Wellness e Career</title>
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	<description>Práticas de Bem-estar e a manutenção da Saúde dependem do bom gerenciamento das emoções, atitude positiva, reflexiva e hábitos saudáveis.</description>
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		<title>McLanche infeliz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alecrim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 17:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Day-By-Day-Wellness]]></category>
		<category><![CDATA[Family Wellness]]></category>
		<category><![CDATA[Well Fit]]></category>
		<category><![CDATA[Altamente Calórica]]></category>
		<category><![CDATA[Fast Food]]></category>
		<category><![CDATA[Risco de Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrepeso e Obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de fast food, caracterizada por ser altamente calórica e expor os consumidores a porções excessivas de comida, pode ser um dos grandes responsáveis pelo aumento do sobrepeso e obesidade no mundo. Existem evidências suficientes para gerar recomendações de saúde pública a fim de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-781 size-full" title="McLanche Infeliz" src="http://www.sbwc.com.br/wp-content/uploads/2016/05/mc-lanche-infeliz.jpg" alt="McLanche infeliz" width="600" height="530" srcset="http://www.sbwc.com.br/wp-content/uploads/2016/05/mc-lanche-infeliz.jpg 600w, http://www.sbwc.com.br/wp-content/uploads/2016/05/mc-lanche-infeliz-300x265.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>O <strong>consumo de <em>fast food</em></strong>, caracterizada por ser <strong>altamente calórica</strong> e expor os consumidores a <strong>porções excessivas de comida</strong>, pode ser um dos grandes responsáveis pelo <strong>aumento do sobrepeso e obesidade</strong> no mundo. Existem evidências suficientes para gerar recomendações de saúde pública a fim de limitar o <strong>consumo de <em>fast food</em></strong> e facilitar o acesso dos indivíduos a opções mais saudáveis de comida.</p>
<p>Um estudo publicado no <em>British Journal of Nutrition</em>, que avaliou os hábitos alimentares de 1491 homens e 1563 mulheres, verificou que 10,1% dos indivíduos consumiam <em>fast food</em> pelo menos uma vez por mês. O <strong>consumo de <em>fast food</em></strong> acima de uma vez por semana esteve associado com maior risco de ter uma dieta de baixa qualidade e quanto maior a frequência de consumo, maior era o<strong> risco de obesidade</strong>.</p>
<p>Quando pensamos em <em>fast food</em>, a primeira imagem que temos em mente é a logomarca da rede internacional McDonald’s. Fundada em abril de 1955, em Illinois, nos Estados Unidos, estima-se que venda cerca de 190 hambúrgueres por segundo no mundo e que uma nova loja seja inaugurada a cada dez horas. A empresa tem sido alvo de diversas críticas ao longo dos anos, especialmente pela prática de venda de alimentos com brinquedos, no conjunto conhecido com McLanche Feliz.</p>
<p>Em 2011, a Fundação Procon de São Paulo multou a rede em R$ 3,192 milhões por essa prática e uma nova lei entrou em vigor em São Francisco, impedindo que <strong>restaurantes e <em>fast foods</em></strong> forneçam brinquedos em suas refeições caso a refeição não atenda os requisitos de possuir menos de 600 calorias, incluir frutas (meia xícara) e legumes (3/4 de xícara), ter menos de 35% do total de calorias provenientes de gordura, menos de 640 miligramas de sódio e menos de 0,5 miligramas de gorduras trans.</p>
<p>Um projeto da artista plástica e fotógrafa novaiorquina Sally Davies vem acompanhado desde 10 de abril de 2010, em fotografias diárias, o processo de decomposição de um McLanche Feliz, no ambiente natural de uma casa. Mesmo hoje, o sanduíche e as batatinhas continuam com a mesma aparência, não mostrando sinais de alteração.</p>
<p>Apenas o pão do hambúrguer ressecou, se partindo em alguns pedaços. Em entrevista à agência espanhola de notícias EFE, em abril deste ano, a fotógrafa declarou &#8220;Eu demoro a acreditar que se passaram dois anos desde o dia em que o comprei. Eu pareço dois anos mais velha, mas para o hambúrguer o tempo não passa&#8221;.</p>
<p>Sally Davies se pergunta que qualidades nutricionais pode ter &#8220;um alimento que não apodrece nem se corrompe com a passagem do tempo. Você pode conferir as fotos do <em>Happy Meal Project</em> <a title="Happy Meal Project" href="http://www.sbwcoaching.com.br/%22www.flickr.com/photos/sallydavies/sets/72157624739645253" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Outro duro golpe recebido pela rede foi o documentário <a title="Super Size Me" href="http://www.youtube.com/watch?v=jBh_ioTwhJU" target="_blank"><em>Super Size Me</em></a>, em 2004, onde o cineasta americano Morgan Spurlock passou 30 dias se alimentando exclusivamente no McDonald’s (<strong>café da manhã, almoço e jantar, chegando a consumir 5000 kcal diárias</strong>) e foi monitorado por exames clínicos e acompanhado por um médico. Antes do experimento, o cineasta mantinha uma dieta variada, era saudável e possuía índice de massa corporal adequado, com 1,88 metro de altura e 84,1 quilos.</p>
<p>No final dos 30 dias, havia engordado 11,1 quilos, seu índice de massa corporal se elevara de 23,2 para 27 (caracterizando sobrepeso), sofreu problemas como mudanças de humor (começo de depressão) e disfunção sexual, além de danos ao fígado. O cineasta precisou de 14 meses para perder o peso que havia ganhado.</p>
<p>Para fazer reduzir a ingestão calórica e melhorar a qualidade da dieta, é importante conhecer o valor calórico dos alimentos, bem como sua composição, e reduzir as visitas a restaurantes de <em>fast food</em>. Além disso, os restaurantes devem disponibilizar as informações nutricionais do seu cardápio a fim de possibilitar a realização do <a title="O USO DE DIÁRIOS NA BATALHA CONTRA A BALANÇA" href="http://www.sbwcoaching.com.br/blog/item/116-o-uso-de-di%C3%A1rios-na-batalha-contra-a-balan%C3%A7a" target="_blank">automonitoramento da dieta</a>.</p>
<p>Um programa de intervenções elaborado por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos e aplicado nas lanchonetes do próprio hospital, melhorou de maneira significativa a qualidade da alimentação dos funcionários do estabelecimento, através de medidas simples como reposicionar os alimentos nas prateleiras e rotular os itens com cores diferentes.</p>
<p>Os <strong>itens mais saudáveis</strong> da lanchonete do hospital, como frutas, legumes e carnes magras, foram rotulados com uma etiqueta verde; os menos nutritivos, com uma etiqueta amarela; e alimentos com pouco ou nenhum valor nutricional, com uma etiqueta vermelha. Três meses depois, mantendo as etiquetas, os autores do estudo alteraram a posição dos itens nas prateleiras, deixando os produtos mais saudáveis ao nível dos olhos dos consumidores e os menos nutritivos, em prateleiras mais baixas ou mais altas. Garrafas de água foram colocadas perto de onde eram servidas comidas quentes.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, antes das intervenções, os 4.600 funcionários do hospital, de maneira geral, consumiam maiores quantidades de alimentos da categoria &#8220;vermelha&#8221; do que a da categoria &#8220;verde&#8221;. Ao final dos testes, porém, eles passaram a consumir &#8220;muito mais alimentos e bebidas saudáveis do que os menos nutritivos&#8221;, de acordo com o artigo. Douglas Levy, coordenador do trabalho, conclui que &#8220;essas medidas, que são simples e baratas, já poderiam ser implementadas em outros estabelecimentos e até em máquinas de venda automática para a melhora dos hábitos alimentares de todos indivíduos&#8221;.</p>
<p>E você, ainda vai continuar se rendendo aos impulsos dos <em>fast foods</em>? Deixe um comentário contando o que achou dessa postagem e lembre-se: Bem-estar é uma questão de FEH &#8211; Foco, Equilíbrio e Harmonia!</p>
<p>Nathalie Gonzalez</p>
<p><em>Nathalie Gonzalez é Educadora Física e certificada internacionalmente em Wellness &amp; Health Coaching</em></p>
<p>Fontes:</p>
<p><a title="Association of fast food consumption with energy intake, diet quality, body mass index and the risk of obesity in a representative Mediterranean population." href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17625027" target="_blank">Association of fast food consumption with energy intake, diet quality, body mass index and the risk of obesity in a representative Mediterranean population.</a></p>
<p><a title="Fast food consumption and increased caloric intake: a systematic review of a trajectory towards weight gain and obesity risk." href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18346099" target="_blank">Fast food consumption and increased caloric intake: a systematic review of a trajectory towards weight gain and obesity risk.</a></p>
<p><a title="Fast Food Consumption of U.S. Adults: Impact on Energy and Nutrient Intakes and Overweight Status" href="http://www.jacn.org/content/23/2/163.long" target="_blank">Fast Food Consumption of U.S. Adults: Impact on Energy and Nutrient Intakes and Overweight Status</a></p>
<p><a title="Happy Meal Project Veja" href="http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/happy-meal-project/" target="_blank">Happy Meal Project</a></p>
<p><a title="Medidas simples em hospital americano melhoram alimentação de funcionários" href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/medidas-simples-em-hospital-americano-melhoram-alimentacao-de-funcionarios?utm_source=redesabril_veja&amp;utm_medium=twitter&amp;utm_campaign=redesabril_veja&amp;utm_content=feed" target="_blank">Medidas simples em hospital americano melhoram alimentação de funcionários</a></p>
<p><a title="A 2-phase labeling and choice architecture intervention to improve healthy food and beverage choices." href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22390518" target="_blank">A 2-phase labeling and choice architecture intervention to improve healthy food and beverage choices.</a></p>The post <a href="http://www.sbwc.com.br/mclanche-infeliz/">McLanche infeliz</a> first appeared on <a href="http://www.sbwc.com.br">Saúde e Bem-estar / Wellness e Career</a>.]]></content:encoded>
					
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